Kerel Kaishaku 33 cl
ABV: 15.0%
A KEREL Kaishaku é belga de coração mas com um twist japonês. A Kaishaku é uma Belgian Golden (muito) Strong Ale com 15% AVB. Produzida com levedura de saquê, representa o ritual suicida japonês – seppuku ou haraquiri. É uma cerveja com um sabor frutado e lupulado, picante na boca, o que combinado com uma elevada percentagem de álcool, faz com que seja muito especial e se deva beber com cuidado. Experimente com um queijo Brie ou um Serra da Estrela DOP. Experimente uma vez e, se não perder a cabeça, vai querer mais!
Em 3 palavras: BANZAI – BURSTING – OUTRé! EAN: 5407004097015
Em 3 palavras: BANZAI – BURSTING – OUTRé! EAN: 5407004097015
Sabor dominante: Condimentado
Preço:
€20,29
Perfil da cerveja
Marca
Kerel
Origem
Bélgica
Volume
33.0 cl
Espuma
Branca
Aroma e Sabor
Frutada, lupulada e picante.
Copo sugerido
Sobre a cerveja
Um pouco de história: No ritual suicida japonês conhecido por seppuku ou haraquiri, o kaishakunin era aquele que infligia o golpe final naquele que cometeu seppuku ou haraquiri. Este golpe final é feito cortando a cabeça com a ajuda de uma espada de samurai. O papel do kaishakunin era principalmente poupar a um sofrimento excruciante a pessoa que cometeu o seppuku mas também poupar os espectadores de assistirem à morte lenta e dolorosa que resulta de cortar e abrir a barriga com um tantō, wakizashi ou um simples punhal. O recurso a um kaishakunin normalmente era reservado aqueles que cometiam seppuku por honra. O kaishakunin tinha que ser um espadachim experiente para cortar a cabeça com um único golpe. KEREL Kaishaku, um verdadeiro assassino!!!
A VERBEECK – BACK BREWERY remonta ao final do séc. XIX quando se tornou uma das cervejeiras independentes mais queridas do norte da Bélgica. A KEREL, de todo uma marca tradicional, é “Untouched by Monks”. Em 1966, depois de décadas de produção, com o advento da cerveja industrial, a cervejeira fechou e não sobrou nenhuma das garrafas originais. Ou pelo menos assim se pensou. Na verdade, sobrou apenas uma garrafa que alguns anos mais tarde foi descoberta nos antigos armazéns da cervejeira. Essa garrafa foi entregue aos “cuidados” de especialistas belgas que conseguiram, quase que como por milagre, recuperar a levedura original. E assim, o ADN da Kerel permanece intacto até aos nossos dias. Uma bela história, não é?



